Pokemon Go é só o começo da realidade aumentada

O aplicativo Pokémon Go finalmente popularizou a realidade aumentada (RA), que é a materialização de informação digital no ambiente físico. No caso, os monstrinhos do jogo. A consultoria Axiom Capital Management verificou que no mês passado ocorreu o pico de 45 milhões de usuários. Mesmo que a moda passe – neste mês já são 15 milhões a menos –, a RA parece ter sido descoberta.

“O caminho da realidade ampliada está esbarrando numa porcaria de um dispositivo que fica na mão fazendo dedadinha”, diz João Matta. Segundo ele, o smartphone é uma materialização que atrapalha. Quando o dispositivo desaparecer, como já mostra a série Black Mirror, aí chegamos ao futuro.

Estavam presentes conduzindo o debate os professores Celso Cruz, João Matta, Vince Vader e Mauro Berimbau.

A quarta edição do evento promovido pela Biblioteca ESPM-SP, Caleidoscópio Cultural, ocorreu em um novo espaço: a Ludoteca, destinada à produção e compreensão dos jogos como linguagem e como negócio. Localizada no primeiro andar da Biblioteca, conta com acervo composto por diversos jogos, físicos e digitais.

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